nota:
mto bom
Livro é livro e filme é filme. Tratam-se de linguagens distintas e, mesmo que queiram mostrar a mesma coisa, não se pode exigir que sejam idênticos! As palavras podem ser interpretadas de várias formas e o filme mostra uma única interpretação delas, que não é obrigada a agradar a todos. Cada diretor deu a seu filme um toque especial, mostrando o que tinha idendito por Hogwarts e Harry Potter.
Pode-se dizer que Chris Columbus (não tenho certeza se é assim que se escreve) foi bem escolhido para dirigir o primeiro filme porque a visão dele sobre A Pedra Filosofal era de uma história totalmente infantil e repleta de magia, o que foi bom uma vez que levou milhares de pessoas ao cinema convidando-as para um universo completamente novo.
No entanto o diretor falhou quando decidiu ficar para A Câmara Secreta. Esse segundo livro é menos mágico e mais misterioso e mostra uma evolução em relação ao primeiro, que não foi sentida no filme. A Camara foi feita sob a mesma optica infantil e feliz da Pedra Filosofal, quando exigia uma pitada de maturidade que Columbus não soube dar. E então, quando viu o estrago que fez, desmerecendo totalmente o segundo livro, Chris saiu dando lugar para um diretor um tanto quanto lunático.
Afonso Cuaron (tem um acento em algum lugar do nome dele) deu exatamente o ar de maturidade que merecia o terceiro filme fazendo o mais enfadonho dos livros se tornar o mais fascinante dos filmes até aquele momento. No entanto Cuaron não foi merecedor de tanto mérito assim porque fez mudanças radicais na cenografia, no figurino e na maquiagem que era desnescessárias e que fizeram Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban perder um pouco da essencia da série. Colocou um bigodinho ridículo em Remo Lupin, fez um lobisomem que mais parecia um corcunda de notre dame de regime, jogou a casa de Hagrid num abismo e mudou a posição do quadro da mulher gorda para o meio da escada (quando na verdade a entrada da Grifinória deveria ser secreta). Cuaron foi, no entanto, premiado com um novo Alvo Dumbledore que apesar de não ter tanta cara de velho alto, foi muito mais bem representado.
E então chegamos ao quarto filme. O Cálice de Fogo foi, com certeza, o mais esperado de todos os filmes porque é o melhor de todos os livros. Tem mais ação e novidades surpreendentes como lutas com dragões, novas escolas, um torneio tribruxo, uma copa do mundo e a história mais divertida. Assim, o diretor deste, cujo nome não me lembro, fez o melhor de todos os filmes já vistos da série Harry Potter. Neste filme vemos maior integração entre os tres protagonistas fazendo com que os personagens sejam melhor explorados. Desse filme, e esse mérito vai para o roteirista, foram tiradas todas as partes incômodas do livro como Dursley, Hogsmeade e o grande impasse com Cho Chang. E o que mais agradou a todos: esse filme só faz uma alteração em relação ao livro: elimina os elfos completamente da história. Quanto a isso posso dizer que, apesar de serem divertidos, os elfos eram inúteis e foram muito bem substituidos. Os efeitos visuais desse filme também são fantásticos, principalmente na cena do dragão.
Quanto às negativas desse filme, devo dizer que são bem pessoais e não dizem respeito ao filme e sim, a minha visão de Harry Potter. Por exemplo, no livro temos uma Cho Chang bela e magnífica que é aluna da Ravenclaw, e no filme temos nada mais que um sushi importado que deu com o nariz numa frigideira. No livro temos também um Cedrico menos afeminado, um Vitor Krum com menos cara de favelado e uma Fleur Delacour mais bonita, mais fresca e mais participativa. No livro também temos um Snape que aparece mais.
Outras observações que gostaria de fazer que, na verdade, não são nem positivas nem negativas são que, a cada filme, o cabelo de Mione melhora muito e a idéia era que o cabelo dela assentasse aos pouquinhos. Isso fez com que ela perdesse a cara de nerd que tinha no primeiro filme. Outra coisa é que, desde o terceiro filme, transformaram o professor de feitiços, Flitwick, em maestro (sem noção). Também pode-se notar que esse filme não foi, definitivamente, feito para crianças que além de ficarem com medo, não entenderiam nada da história.
Mas de maneira geral esse filme supera os outros em quase tudo principalmente nos efeitos visuais e na atuação dos protagonistas adolescentes que melhorou muito, tornando os personagens bem mais convincentes.
ps: essa crítica deve conter erros de digitação e gramaticais acima do normal, não me julge por isso.
ps2: comentem sobre a minha crítica e não só sobre o filme!
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